De bem com o espelho

Como melhorar a autoestima com procedimentos estéticos faciais

Na hora de olhar no espelho, quase sempre existe uma insegurança em relação a própria imagem. Segundo a pesquisa “O que a sua pele conta”, realizada pelo Ibope Inteligência (2015), 94% das mulheres com idades entre 30 e 60 anos têm algum sinal na pele do rosto que as incomoda, prejudicando a autoestima. Para contornar essa insatisfação, o segmento de estética médica facial tem investido muito no desenvolvimento de tratamentos cada vez mais seguros, eficazes, tecnológicos e minimamente invasivos.

A dermatologista Patrícia Mafra conta que as mulheres querem mesmo estar mais bonitas, e buscam por isso durante as consultas: “É fato que os procedimentos estéticos faciais podem sim melhorar, e muito, a autoestima. Seja porque minimizam os efeitos negativos do processo de envelhecimento, como a flacidez e o aspecto de cansaço ou, em uma face jovem, quando ajudam a harmonizar o rosto, melhorando a textura de pele, a estrutura, corrigindo assimetrias, tratando acne e suas cicatrizes ou manchas”. E quem pensa que os homens não se cuidam, puro engano, o preconceito está ficando de lado e o público masculino interessado em realçar a beleza com tratamento minimamente invasivos está crescendo a cada dia.

A Dra. Patrícia Mafra ainda ressalta a importância da orientação de um médico especialista para que, juntos, possam definir um plano de tratamento: “Existem vários tipos de procedimentos estéticos não cirúrgicos: a toxina botulínica A, laser, radiofrequência, ultrassom, peelings, dermocosméticos etc.  Com certeza, seu médico é a pessoa mais indicada para esclarecer as possibilidades e indicar o caminho para ter sua autoestima de volta”.

Entre as novidades do setor já disponíveis e muito procuradas, estão as técnicas de preenchimento facial de ácido hialurônico que já foram apresentadas por aqui: MD Codes™ e MD Codes™ Visionary. Criadas para trazer mais segurança tanto para a paciente quanto para o especialista, elas permitem que o médico tenha uma visão global da face e dos resultados esperados.

A baixa autoestima também é capaz de interferir no sistema imunológico e na produção de hormônios, podendo aumentar o grau de estresse, de cortisol, reduzir a produção de serotonina (que pode causar depressão) e queda da imunidade. E quando tudo isso acontece, a pele acaba sofrendo o que impacta diretamente na aparência como um todo.

Vale lembrar que os cuidados com a pele não estão restritos aos tratamentos realizados em consultórios ou clínicas.  Por isso, nada de deixar de lado a limpeza diária e a hidratação para conquistar uma aparência bonita e saudável.