manchas faciais
Saúde & Bem-Estar

Como eliminar manchas faciais

Conheça as causas e os tratamentos disponíveis

Brancas ou escuras, pequenas ou grandes. Sejam elas como forem, as manchas no rosto sempre incomodam. Em geral, começam a aparecer por volta dos 30 anos. As chamadas pintinhas de sol, no termo médico conhecidas como melanoses solares, são pequenos pontos acastanhados escuros, consequências não só do hiperfuncionamento dos melanócitos, os quais passam a produzir mais melanina, como também de uma hiperproliferação destas células.  Existem ainda as “manchas de gravidez”, chamadas de melasma e originadas pelo aumento irregular da pigmentação da pele. Neste caso, a mancha é bem mais extensa, de tom acastanhado, e muita gente a confunde  com bronzeado.

Marlene Santos, auxiliar administrativa, sabe bem o incômodo que essas manchas causam. Elas começaram a surgir há pouco tempo, mas, a paciente logo procurou um especialista para orientá-la. “Sabemos que, com a idade, alguns sinais aparecem. Estou fazendo um tratamento para amenizá-las e não dispenso mais o protetor solar”, diz.

Cosméticos que tenham vitaminas C e  E, ácidos kójico e  fítico, coffee berry, niacinamida, hidroquinona, palmitato de retinol, retinaldeído e arbutin também são ótimos aliados para prevenir o seu aparecimento e para atenuar as que já estão estabelecidas. ” O primeiro passo para evitar as manchas é o uso de protetores solares, como faz Marlene. Porém, o ideal é sempre fazer um acompanhamento dermatológico para a escolha do melhor produto para cada caso”, orienta o dermatologista Dr. Adilson Costa.

O médico explica que, no caso das melanoses solares, a melhor técnica é a luz intensa pulsada. “Geralmente, em caso iniciais, uma ou duas sessões já são suficientes, com resultados após sete dias. E o melhor, sem chamar muito a atenção. É importante ressaltar que pessoas mais morenas ou bronzeadas não podem fazer o procedimento, por risco de queimar a pele”, complementa.

No caso do melasma, o uso do peeling superficial ainda é a melhor opção, sempre combinado com o uso diário e noturno de ácido retinóico. “Os peelings de ácido retinóico ou de alfa-hidroxiácidos são os mais indicados, são necessárias de duas a quatro sessões, com o intervalo de sete a 15 dias. Esses tratamentos podem ser feitos por qualquer pessoa, porém deve-se evitar a exposição ao sol nos dias subsequentes ao procedimento”, explica Costa.

É importante lembrar que a manutenção é diária, com o uso de substâncias despigmentantes e de fotoprotetores, embora seja possível fazer uma manutenção trimestral com uma nova sessão do peeling, em casos mais intensos.

 

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