Nem tudo é toxina botulínica A

Uma ajudinha para entender as diferenças entre a substância e o preenchimento

Todos querem realçar a beleza e na hora de recorrer aos tratamentos estéticos, surge um monte de dúvidas. Para quem ainda não conhece as diferenças entre os principais procedimentos, a toxina botulínica A e o preenchimento com ácido hialurônico, o Além da Beleza dá aquela ajudinha.

Entre as opções de tratamentos minimamente invasivos, está a toxina botulínica A. A dermatologista Gabriela Casabona esclarece que a ação da substância ao relaxar a musculatura depressora, previne e trata rugas leves, que são vistas com a nossa face em movimento. Já os preenchedores faciais de ácido hialurônico devolvem a projeção correta de cada ângulo, volume às áreas onde a gordura foi perdida e suavizando linhas mais pesadas. Em alguns casos, os procedimentos podem ser feitos juntos e apresentam ótimos resultados.

O bocão está em alta e é uma das regiões que mais geram dúvidas com relação aos tratamentos estéticos. Como nesse caso a intenção é dar volume e contorno, a toxina botulínica A não é a alternativa correta, esse efeito pode ser alcançado com  preenchimento labial de ácido hialurônico, por exemplo. Mas, se o paciente desejar suavizar o “código de barras” ou as ruguinhas que ficam entre a boca e nariz, a aplicação de toxina botulínica A é permitida com cautela.

A Dra. Gabriela também lembra que nem sempre as rugas são o alvo exato dos tratamentos: “O objetivo é sempre trazer a melhor versão do paciente. Assim, as aplicações também são feitas com a finalidade de restaurar a aparência descansada e a leveza da face”.

Sobre a durabilidade do efeito, a toxina botulínica A age em média de quatro a seis meses e o preenchimento de um a dois anos, dependendo da área do rosto em que é aplicado, da técnica e produto utilizado, além do metabolismo e dos hábitos de cada paciente. Sempre lembrando que a visitinha ao dermatologista para a manutenção do tratamento é muito importante.

O sucesso dos resultados dos procedimentos depende de uma avaliação da face, que analisará a harmonia do rosto de forma global, ao invés de tratar regiões separadas. Um procedimento bem feito, traz leveza e jovialidade com naturalidade. Para fazer a simulação dos procedimentos conheça o Visualizer, com a sua própria imagem você consegue uma visão aproximada dos possíveis efeitos dos tratamentos estéticos faciais.

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Br/0255/2017/Mai/2017