Os 5 benefícios da meditação

10 minutos diários podem equilibrar corpo e mente

Praticada há centenas de anos, principalmente, pelas culturas orientais, a meditação – em suas diversas tradições – tem conquistado mais adeptos que buscam alívio para o estresse e mais qualidade de vida. A novidade, no entanto, é que novos estudos científicos mostram os benefícios da meditação também para a nossa saúde física e emocional. Confira alguns deles:

1. Alivia os sintomas da depressão e da ansiedade
A Universidade John Hopkins, uma das mais renomadas instituições de saúde dos Estados Unidos, revisou diversos estudos sobre os efeitos da meditação no emocional das pessoas e concluiu que as evidências mostram o alívio da depressão e da ansiedade em níveis similares aos de quem faz uso de antidepressivos.

2. Ajuda a cuidar do seu coração
Um estudo da UCLA (Universidade da Califórnia), nos Estados Unidos, mostrou que praticar 30 minutos de meditação todos os dias ajuda a reduzir os riscos de sofrer um ataque cardíaco; em outro estudo americano, feito pelo Benson-Henry Institute for Mind Body Medicine, em Boston, os médicos concluíram que a redução da pressão arterial também é um dos benefícios da meditação.

3. Também ajuda a evitar Alzheimer
Ao trabalhar a mente e ajudá-la a se organizar, a meditação também melhora a memória e ajuda a prevenir o desenvolvimento de doenças como Alzheimer e demência, de acordo com o mesmo estudo feito pela UCLA.

4. Melhora a memória e a atenção
Outra pesquisa da UCLA mostrou que o treinamento melhora o foco e a atenção das pessoas – principalmente durante tarefas repetitivas ou consideradas tediosas. Já uma análise da Universidade de Boston mostrou que outro dos benefícios da meditação é a melhora das respostas do cérebro aos estímulos externos – além de promover o funcionamento da memória.

5. Reduz dores e inflamações no corpo
Exercícios com foco na respiração e nas sensações corporais foram responsáveis por aliviar a dor e até reduzir inflamações de quem sofre com doenças como artrite crônica, de acordo com cientistas da Universidade do Winsconsin-Madison, nos Estados Unidos.